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  • Foto do escritorRedação Belterra

Belterra Agroflorestas interage com órgãos para o impulsionamento da Restauração Florestal na Amazônia


Foto: Divulgação


A startup participou do Fórum de Secretários de Meio Ambiente da Amazônia Legal, realizada na última semana em Rio Branco, para a discussão de políticas para a restauração da Amazônia com inovação e parcerias público-privadas

A Belterra Agroflorestas, startup pioneira em práticas sustentáveis no Brasil, assume um papel de destaque no cenário ambiental da Amazônia Legal e, neste contexto, a participação no Fórum de Secretários de Meio Ambiente da Amazônia Legal, realizado em Rio Branco (AC) na última semana, é um convite à reflexão e à ação para todos os envolvidos na restauração florestal na região.  


Como uma das formas de contribuição, a Belterra indica os novos caminhos adotados no seu modelo de negócio e demonstra, na prática, alternativas e mecanismos inovadores para atingir as metas de restauração na Amazônia. O fórum foi realizado pela Câmara de Meio Ambiente do Consórcio Interestadual da Amazônia Legal na capital acreana, nos dias 10 e 11 de abril. 


Ao compartilhar suas práticas bem-sucedidas durante o painel ‘Incentivos Econômicos e Políticas para a Restauração Florestal’, o engenheiro florestal, PhD em Desenvolvimento Econômico e o professor de Economia e Política Florestal da UFAC, João Paulo Mastrangelo, teve como principal objetivo discutir as sinergias dos estados da Amazônia com as estratégias inovadoras do setor privado para restauração florestal.  


“A experiência acumulada da empresa nos últimos 4 anos enriquece a discussão, trazendo premissas reais para pensar em estratégias de restauração e oferece parâmetros para novos formatos de parcerias público-privadas, que podem aumentar a eficiência dos investimentos públicos e acelerar essa agenda na Região Amazônica”, ressalta o representante da startup no Acre.  


A ideia é que o modelo de negócios inovador da Belterra seja uma fonte de inspiração, pois  combina investimentos privados, crédito agrícola e recursos de filantropia para reduzir e neutralizar as emissões de CO2 provenientes de produtores rurais, cadeias de suprimento e indústrias.  


“Essa abordagem pioneira conecta os desafios climáticos da região com uma agenda de desenvolvimento econômico sustentável. A Belterra mostra que a restauração florestal não é apenas uma responsabilidade ambiental, mas também uma oportunidade para impulsionar o crescimento e a resiliência da Amazônia”, reforça o especialista. 

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